08 Novembro, 2009

A GAZETA DE CORUCHE ANO 1 Nº 1 3 de Setembro de 1911

Registo Civil

Desde o dia 1º de Abril até hoje realizaram-se os seguintes registos: Nascimentos 217; Casamentos 7 e Óbitos 43

Para rir um pouco II...

ORAÇÃO ÁRABE…
Que as pulgas de mil camelos infestem o meio das pernas da pessoa quearruinar o teu dia, e que os braços dessa pessoa sejam curtos demaispara se coçar... Amém!!

Para rir um pouco...

Escorreganços…

Um casal estava dormindo profundamente o sono dos justos !!!De repente, lá pelas três horas da manhã, escutam ruídos estranhos fora do quarto. A mulher acorda, sobressalta-se e totalmente espantada diz para o homem:- Aaaaaiiiiiii, que deve ser o meu marido!!!- O tipo, levanta-se todo atrapalhado, pega numas peças de roupa e ainda estremunhado, salta pela janela, aterrando em cima dos cactos e dos arbustos do quintal. Poucos segundos depois, volta ao quarto, cheio de arranhões e equimoses e diz, furioso:- Ouve lá, mas tu estás parva, ou quê ??? O teu marido sou eu!!!

UMA HISTÓRIA DE AMOR...

Se acha que vais perder o seu tempo para lere isto, está muito enganado. Vais emocionar-se e pode até chorar. É uma História verdadeira e emocionante.

Como qualquer mãe, quando Karen soube que um bebê estava a caminho, fez todo o possível para ajudar o seu outro filho, Michael, com três anos de idade, a preparar-se para a chegada do bébé. Os exames mostraram que era uma menina, e todos os dias Michael cantava perto da barriga da sua mãe. Ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer.
A gravidez desenvolveu-se normalmente. No tempo certo, vieram as contrações. Primeiro, a cada cinco minutos; depois a cada três; então, a cada minuto uma contração. Entretanto, surgiram algumas complicações e o trabalho de parto de Karen demorou horas.
Todos discutiam a necessidade provável de uma cesariana . Até que, enfim, depois de muito tempo, a irmãzinha de Michael nasceu.
Com a sirene no máximo, a ambulância levou a recém-nascida para a UTI do Hospital Saint Mary. Os dias passaram. A bébé piorava. O médico disse aos pais: Preparem-se para o pior. Há poucas esperanças. Karen e o seu marido começaram, então, os preparativos para o funeral.
Alguns dias atrás estavam preparando o quarto para esperar pelo novo bébé. Hoje, os planos eram outros.
Enquanto isso, Michael, todos os dias, pedia aos pais que o levassem ao hospital para ver e conhecer a sua irmãzinha:
-Eu quero cantar para ela – dizia ele.
Entrou na segunda semana de UTI e esperava-se que o bebê não sobrevivesse até o final dela Michael continuava insistindo com os seus pais para que o deixassem cantar para a sua irmã, mas as crianças não eram permitidas na UTI.
Entretanto, Karen decidiu. Ela ia levar Michael ao hospital de qualquer forma. Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje, talvez nunca a chegasse a ver.
Ela vestiu o Michael com uma roupa um pouco maior, para disfarçar a idade, e rumou para o hospital.
A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali. Mas Karen insistiu:
Ele não vai embora sem ver a irmãzinha...!
Ela levou Michael até á incubadora. Ele olhou para aquela amostra de gente que perdia a batalha pela vida. Depois de alguns segundos olhando, ele começou a cantar, com sua voz pequenina:
"-Tu és o meu sol, o meu único sol. Tu me deixas feliz mesmo quando o céu está escuro..."
Nesse momento, o bébé pareceu reagir a pulsação começou a baixar e estabilizou-se. Karen encorajou Michael para continuar a cantar.
"-Tu não sabes, querida, quanto eu te amo por favor, não leve o meu sol embora..."
Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bébé foi se tornando suave.
- Continua, meu querido!, pediu Karen, emocionada.
"- Outra noite, querida, eu sonhei que tu estavas em meus braços..."
O bebé começou a relaxar.
- Canta mais um pouco, Michael, pedia a mãe. A enfermeira começou a chorar.
"- Tu és o meu sol, o meu único sol. Tu me deixas feliz mesmo quando o céu está escuro...Por favor, não leve o meu sol embora..."
No dia seguinte, a irmã de Michael já tinha recuperado e em poucos dias foi para casa.
O Womans Day Magazine chamou esta história de "O milagre da canção de um irmão".
Os médicos chamaram-lhe simplesmente "milagre".
Karen chamou-lhe "milagre do amor de Deus".

AMOR É INCRIVELMENTE PODEROSO.

Pense nisto…o amor vence todas as barreiras, mesmo aquelas que á nossa vista nos parecem intransponíveis…Um abracinho a todos e bom domingo...

07 Novembro, 2009

Soberbo...fenomenal...!

Não podia deixar de partilhar este soberbo vídeo da vencedora Kseniya Simonova's da versão ucraniana do “America’s got talent” e o tema é a invasão e ocupação alemã da Ucrânia na 2ª Guerra Mundial.

Não mete cantigas e não é para rir.


01 Novembro, 2009

254 anos depois do Terramoto de 1755...!!!

Faz hoje 254 que ocorreu o terramoto de 1755, também conhecido por Terramoto de Lisboa, ocorreu no dia 1 de Novembro de 1755, resultando na destruição quase completa da cidade de Lisboa, e atingindo ainda grande parte do litoral do Algarve. O sismo foi seguido de um tsunami - que se crê tenha atingido a altura de 20 metros - e de múltiplos incêndios, tendo feito certamente mais de 10 mil mortos (há quem aponte muitos mais[1]). Foi um dos sismos mais mortíferos da História, marcando o que alguns historiadores chamam a pré-história da Europa Moderna. Os geólogos modernos estimam que o sismo de 1755 atingiu a magnitude 9 na escala de Richter.
O terramoto de Lisboa teve um enorme impacto político e sócio-econômico na sociedade portuguesa do século XVIII, dando origem aos primeiros estudos científicos do efeito de um terramoto numa área alargada, marcando assim o nascimento da moderna Sismologia. O acontecimento foi largamente discutido pelos filósofos iluministas, como Voltaire, inspirando desenvolvimentos significativos no domínio da teodiceia e da filosofia do sublime.

O Terramoto:
O sismo fez-se sentir na manhã de 1 de novembro de 1755 às 9:30[1] ou 9:40 da manhã[2], dia que coincide com o feriado do Dia de Todos-os-Santos.
O epicentro não é conhecido com exatidão, havendo diversos sismólogos que propõem locais distanciados de centenas de quilómetros. No entanto, todos convergem para um epicentro no mar, entre 150 a 500 quilómetros a sudoeste de Lisboa. Devido a um forte sismo, ocorrido em 1969 no Banco de Gorringe, este local tem sido apontado como tendo forte probabilidade de aí se ter situado o epicentro em 1755. A magnitude pode ter atingido 9 na escala Richter[1].
Relatos da época afirmam que os abalos foram sentidos, consoante o local, durante entre seis minutos a duas horas e meia, causando fissuras enormes de que ainda hoje há vestígios em Lisboa. O padre Manuel Portal é a mais rica e completa fonte sobre os efeitos do terramoto, tendo descrito, detalhadamente e na primeira pessoa, o decurso do sismo e a vida lisboeta nos meses que se seguiram. A intensidade do sismo em Lisboa e no cabo de São Vicente estima-se entre X-XI na escala de Mercalli[3]. Com os vários desmoronamentos os sobreviventes procuraram refúgio na zona portuária e assistiram ao recuo das águas, revelando o fundo do mar cheio de destroços de navios e cargas perdidas. Poucas dezenas de minutos depois, um tsunami, que atualmente se supõe ter atingido pelo menos seis metros de altura[1], havendo relatos de ondas com mais de metros, fez submergir o porto e o centro da cidade, tendo as águas penetrado até 250 metros[3]. Nas áreas que não foram afetadas pelo tsunami, o fogo logo se alastrou, e os incêndios duraram pelo menos cinco dias. Todos tinham fugido e não havia quem o apagasse.



O Tsunami:


Lisboa não foi a única cidade portuguesa afetada pela catástrofe. Todo o sul de Portugal, sobretudo o Algarve, foi atingido e a destruição foi generalizada. Além da destruição causada pelo sismo, o tsunami que se seguiu destruiu no Algarve fortalezas costeiras e habitações, registando-se ondas com até 30 metros de altura[1]. As ondas de choque do sismo foram sentidas por toda a Europa e norte da África. As cidades marroquinas Fez e Meknès sofreram danos e perdas de vida consideráveis[1]. Os maremotos originados pela movimentação tectônica varreram locais desde do norte de África (como Safim e Agadir[3]) até ao norte da Europa, nomeadamente até à Finlândia (através de seichas[1]) e através do Atlântico, afetando os Açores e a Madeira e locais tão longínquos como Antígua, Martinica e Barbados[1]. Diversos locais em torno do golfo de Cádis foram inundados[3]: o nível das águas subiu repentinamente em Gibraltar e as ondas chegaram até Sevilha através do rio Guadalquivir, Cádis, Huelva e Ceuta[1].
De uma população de 275 mil habitantes em Lisboa, crê-se que 90 mil morreram[2], 900 das quais vitimadas diretamente pelo tsunami[3]. Outros 10 mil foram vitimados em Marrocos. Cerca de 85% das construções de Lisboa foram destruídas, incluindo palácios famosos e bibliotecas, conventos e igrejas, hospitais e todas as estruturas. Várias construções que sofreram poucos danos pelo terramoto foram destruídas pelo fogo que se seguiu ao abalo sísmico, causado por lareiras de cozinha, velas e mais tarde por saqueadores em pilhagens dos destroços[1].
A recém-construída Casa da Ópera, aberta apenas seis meses antes, foi totalmente consumida pelo fogo. O Palácio Real, que se situava na margem do Tejo, onde hoje existe o Terreiro do Paço, foi destruído pelos abalos sísmicos e pelo tsunami. Dentro, na biblioteca, perderam-se 70 mil volumes e centenas de obras de arte, incluindo pinturas de Ticiano, Rubens e Correggio. O precioso Arquivo Real com documentos relativos à exploração oceânica e outros documentos antigos também foram perdidos. O terramoto destruiu ainda as maiores igrejas de Lisboa, especialmente a Catedral de Santa Maria, e as Basílicas de São Paulo, Santa Catarina, São Vicente de Fora e a da Misericórdia. As ruínas do Convento do Carmo ainda hoje podem ser visitadas no centro da cidade. O túmulo de Nuno Álvares Pereira, nesse convento, perdeu-se também. O Hospital Real de Todos os Santos foi consumido pelos fogos e centenas de pacientes morreram queimados. Registos históricos das viagens de Vasco da Gama e Cristóvão Colombo foram perdidos, e incontáveis construções foram arrasadas (incluindo muitos exemplares da arquitetura do período Manuelino em Portugal).

O Dia Seguinte:

A família real escapou ilesa à catástrofe. O Rei D. José I e a corte tinham deixado a cidade depois de assistir a uma missa ao amanhecer, encontrando-se em Santa Maria de Belém, nos arredores de Lisboa, na altura do sismo. A ausência do rei na capital deveu-se à vontade das princesas de passar o feriado fora da cidade. Depois da catástrofe, D. José I ganhou uma fobia a recintos fechados e viveu o resto da sua vida num complexo luxuoso de tendas no Alto da Ajuda, denominado como Real Barraca da Ajuda, em Lisboa.
Tal como o rei, o Marquês de Pombal, Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra e futuro primeiro-ministro, sobreviveu ao terramoto. Com o pragmatismo que caracterizou a sua futura governação, ordenou ao exército a imediata reconstrução de
Lisboa. Conta-se que à pergunta "E agora?" respondeu "Enterram-se os mortos e cuidam-se os vivos" mas esse diálogo é provavelmente apócrifo. A sua rápida resolução levou a organizar equipas de bombeiros para combater os incêndios e recolher os milhares de cadáveres para evitar epidemias.
O ministro e o rei encomendaram aos arquitetos e engenheiros reais, e em menos de um ano depois do terramoto já não se encontravam em Lisboa ruínas e os trabalhos de reconstrução iam adiantados. O rei desejava uma cidade nova e ordenada e grandes praças e avenidas largas e rectilíneas marcaram a planta da nova cidade. Na época alguém perguntou ao Marquês de Pombal para que serviam ruas tão largas, ao que este respondeu que um dia hão-de achá-las estreitas....

O novo centro da cidade, hoje conhecido por Baixa Pombalina é uma das zonas nobres da cidade. São os primeiros edifícios mundiais a serem construídos com proteções anti-sísmicas, que foram testadas em modelos de madeira, utilizando-se tropas a marchar para simular as vibrações sísmicas.


Entrevista...!!!

video

A Frase do dia...

"Se apenas com o acto de limpar as mãos com álcool, ele já elimina o vírus da gripe, bebendo, então, o vírus nem se aproxima!"

Parto de Elefante...

Absolutamente extraordinário o momento da primeira respiração...é de cortar a dita

http://www.dumpert.nl/mediabase/656611/d1dfcfee/live_olifant_geboorte_tv

Bom domingo caros amigos e bom feriado...para mim é um dia importante...!

31 Outubro, 2009

Simplesmente espectacular...sublime...!!!

Assim vale a pena ser juri de um concurso...olhem para a cara deles...!

24 Outubro, 2009

Coruche e a Neve

Com a chegada do tempo frio não resisti a deixar aqui a recordação de um dia diferente em Coruche, eu por acaso não estava na nossa vila linda, mas não estava longe e também tenho fotos e um filme...talvez vos deixe aqui um dia a minha recordação...quem sabe...!
Obrigado Tânia por partilhares conosco esse dia lindo

18 Outubro, 2009

"Água que vale água...!"

Arrancou esta semana em Portugal um projecto pioneiro de solidariedade.

A água embalada Earth Water é o único produto no mundo com o selo do Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), revertendo os seus lucros a favor do programa de ajuda de água daquela instituição.A nível nacional, a Earth Water é um projecto que conta com a colaboração da Tetra Pak, do Continente, da Central Cervejas e Bebidas, da MSTF Partners, do Grupo GCI e da Fundação Luís Figo.Com o preço de venda ao público (PVP) de 59 cêntimos, a embalagem de Earth Water diz no rótulo que «oferece 100% dos seus lucros mundiais ao programa de ajuda de água da ACNUR», apresentando, mais abaixo, o slogan «A água que vale água».Actualmente morrem 6 mil pessoas no mundo por dia por falta de água potável. Com 4 cêntimos, o ACNUR consegue fornecer água a um refugiado por um dia.


"Todos os dias morrem seis mil pessoas devido à falta de água potável e destas 80% são crianças. A cada 15 segundos morre uma criança devido a uma doença relacionada com a água.Com a criação da Earth Water pretende fazer-se a diferença e melhorar estas estatísticas assustadoras. Ao desenvolver o conceito "You Never Drink Alone" pretende-se criar solução para a falta de água mundial.

AJUDE! DIVULGUE!
Obrigado

Agora as coisas boas dos brasileiros...

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14 Outubro, 2009

Actriz brasileira Maitê Proença ridiculariza portugueses num vídeo gravado em Portugal

Está é a reportagem da polémica...!

MAITÊ PROENÇA - PEDIDO DE DESCULPAS

Minha querida amiga as desculpas não se pedem...evitam-se...!
Deveria ter um pouco mais de cuidado com o que diz e não brincar com o povo português e muito menos com o país por quem deveria ter um enorme respeito